CupidoDay Conto Erótico - Aventura no Trânsito

Conto Erótico - Aventura no Trânsito

Meu nome é Celso, sou motorista de aplicativo, ando todos os dias pela minha cidade levando e deixando pessoas em todos os cantos e bairros. Em uma bela tarde de quinta-feira, recebi um chamado para uma corrida num bairro nobre da cidade. Cheguei no local indicado, parando em frente a uma casa magnífica, com varanda e muito verde. Fiquei olhando e admirando a beleza da casa, enquanto esperava o passageiro, que por sinal havia me chamado utilizando um nome masculino, mas quem abriu a porta da sala e saiu era uma mulher morena, com uns 1,70m de altura, corpo definido, sendo perceptível que frequentava academia. Ela chegou perto da porta do passageiro e falou o nome pelo qual havia me chamado e eu confirmei.

- É meu marido, disse ela e entrou pela porta de passageiro ficando do meu lado. Mãos e cabelos perfeitos e lindos, olhos verdes, uma roupa toda decotada e seios e coxas quase à amostra. Confirmei o local de desembarque e ela sorriu falando que sim.

Notei que ela passava as mãos nas coxas várias vezes e, quando eu parava o carro no sinal, ela descia o dedo pelo decote gigante que o seu mini vestido mal cobria.

Antes que o sinal abrisse, ela falou:

- O endereço é o de menos eu quero que você faça uma revista policial em mim, verifique tudo que possa estar em meu corpo!

Eu fiquei extasiado e senti meu coração a mil! Respondi que se esse era seu desejo eu teria o maior prazer em realizá-lo.

Ela me fez mais um pedido: que a chamasse de bandida, vagabunda e que fosse em local público esta revista. Prossegui no percurso ate encontrar uma praça bem mais afastada do movimento. Desci do carro, abri a porta do passageiro segurei com uma certa força o braço dela e puxei ela pra fora. Notei sua respiração ofegante e seu coração disparado, ela me olhava assustada, então falei:

- Cala a boca sua vagabunda quero ver o que você tem por baixo do vestido.

Ela respondeu:

- Mas eu não tenho nada, pode me liberar.

 Eu respondi rapidamente que não.

Coloquei ela no capô do carro de frente pra mim, segurei forte a cintura dela, subi devagar o vestido e ela estava sem calcinha, bucetinha depilada e já melada, desci a alça do vestido e olhei os seios gostosos e bicudos que ela já estava, super excitada.

Não pude resistir e caí de boca naqueles biquinhos duros. Ela gemeu de vontade.

Olhei ao redor, a praça continuava vazia. Meti um dedo em sua vagina molhada, fazendo um movimento de vai e vem, sem parar. Ela me olhava com cara de desejo, pedindo mais. Passei o dedo melado em seu grelinho e ela gozou gostoso!

Rapidamente nos ajeitamos e voltamos para dentro do carro, mas ela ainda queria mais. Pediu pra eu abrir meu zíper e assim que viu meu pau duro, começou a me chupar com vontade! Eu segurei sua cabeça contra meu corpo e pedia para ela não parar. Ela sabia fazer um sexo oral como ninguém! Passava a língua pelo meu pau e sugava a cabecinha, depois me abocanhou todo, sugando meu pau até me fazer gozar.

 Gemi de tesão e gozei na sua boca, ela bebeu tudinho!

Que mulher!

No percurso até seu local de parada permanecemos em silêncio, mas na saída ela me lançou um olhar provocante e falou;

- Espero te ver logo!

Agora todos os dias quando saio pra trabalhar, penso nela e imagino onde vai ser nossa próxima revista.

Celso L.